Isabelle Reis

Escritora

Jornalista

Eu amo Literatura Nacional

sábado, 28 de abril de 2018

ARTIGO: Livros podem ser comparados à tatuagens?

Escrever livro é um parto.
Literalmente.
Você, durante uma noite, ou dia, tem um êxtase de criatividade, que te faz revirar os olhos de vontade de escrever. Descobre que quer construir um livro e passa meses roteirizando, escrevendo, revisando, diagramando e publicando sua obra.
Ela nasce.
E no mesmo dia, você tem vontade de escrever outro.
Alguma semelhança com a tatuagem? Também tem. Afinal, horas e horas de dores em diversos lugares do corpo constroem um lindo desenho que vai ficar marcado para sempre na sua pele. Mas nunca vai ser a única. Sempre queremos mais.
Recentemente acabei meu segundo livro. Segundo de muitos, assim espero. Porém, aquela ressaca literária que muitos leitores têm com uma história não se aplica muito aos autores. Afinal, mesmo que seja a continuação de uma saga, a vontade de escrever não cessa, nunca.
Então, se você está neste barco, sendo mãe de tatuagens, livros ou de pequenos humanos, me abrace que estamos juntos, no mesmo barco, que vai em direção à satisfação. E este, meus caros, é o melhor barco para se estar!
Vamos criar mais um pouquinho?
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Esta é uma autora que sonha em ser romancista policial, mas já escreveu aventuras, crônicas, livro adolescente e, ah, meu Deus! Deixa para lá, só ser escritora já está bom!

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